Retrospectiva cinematográfica 2008
Esse post estava na minha cabeça há um bom tempo, mas só agora conseguiu sair pela ponta dos dedos e encontrar o teclado. Resolvi fazer um apanhado dos filmes que assisti pela primeira vez em 2008. Vamos lá:
Volver: Família, vermelho e Penélope Cruz. Muito bom.
XXI: Questões de sexualidade, genética e subjetividade com uma bela fotografia.
Olhar de um anjo: Péssimo.
Bezerra de Menezes - O diário de um Espírito: Podiam ter feito um filme bom.
A fronteira da alvorada: Han?
Festa de família: A família abusiva.
Shotbus: Sexo, sexo, sexo e drama. Adorei.
Os sete gatinhos: Lima Duarte.
Pro dia nascer feliz: A realidade das escolas brasileiras.
Sicko: The American way of life.
Vicky Cristina Barcelona: Amor, sexo, turismo e Woody Allen.
Match Point: Amor, sexo, ambição e Woody Allen.
O silêncio de Lorna: Vermelho, mutretas, sanidade e Europa.
Feliz Natal: Selton Mello como diretor é uma promessa que ainda não se realizou.
Ensaio sobre a cegueira: Bom.
Alpha Dog: Juventude e drogas num bom filme.
4 meses, 3 semanas e 2 dias: Mal-estar.
Um amor para recordar: Para meninas de 15 anos da década de 1990.
Imagine eu e você: Bonitinho e inusitado.
Amor sob medida: Mais um inglês bonitinho.
O Segredo de Brokeback Mountain: Bom e bonito.
Batman - O cavaleiro das trevas: Dizem que é bom, mas eu estava com sono e só assisti o começo.
Sombras de Goya: Legal, mas a sinopse mente.
Grande menina, pequena mulher: A prodígio Dakota Fanning num filme fofo!
Pequena Miss Sunshine: Família, lutar por um sonho e a vida como ela é.
Queime depois de ler: Dizem que é bom, mas eu estava com sono e só assisti o começo II.
Hancock: Fui no Cinemark comer pipoca.
Encorralados: Muito barulho por nada.
Desejo e reparação: Bom, mas podia ter terminado coma mocinha dentro do trem.
Homem de Ferro: Dizem que é bom, mas eu estava com sono e só assisti o começo III.
Meu nome não é Johnny: Não faça isso com seus pais. Mas é o Selton Mello.
X-Men 3: Eu amo X-Men, não importa nada! Mas o filme é bom.
Homem Aranha 2: O melhor dos três.
Como é boa a minha empregada: Ah, os anos 70...
Anjo de vidro: Penélpe Cruz.
A Múmia 2: Brendan Fraser é uma bosta.
Medos privados em lugares públicos: Legalzinho.
A estranha perfeita: Nem me lembro, mas sei que não gostei.
A supremacia Bourne: Bom.
Saneamento básico: Muito bom.
Rebobine por favor: Saneamento básico gringo. Bom também.
O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro: Dizem que é bom, mas eu estava com sono e só assisti o começo IV.
Se eu fosse você: Fraco demais.
Trair e coçar é só começar: Péssimo,
Linha de passe: Não é só mais um filme sobre a miséria.
40 dias, 40 noites: Besteirol americano, mas bacaninha.
Quase virgem: Nojento.
Gigolô europeu por acidente: Nojento também.
Driblando o destino: Futebol e preconceito de um jeito gostosinho de ver.
O escorpião de Jade: O humor das antigas de Woody Allen.
Protegida por um anjo: Filme péssimo em um desperdício de fotografia.
C.R.A.Z.Y. - Loucos de amor: Bom, recomendo.
Psicopata americano: O que é isso Christian Bale?
O Coronel e o lobisomen: Bom.
O resto eu esqueci.
Escrito por Helena às 18h11
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Às vezes quero chorar até esvaziar a minha alma.
Escrito por Helena às 14h21
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Eu ainda existo!
Escrito por Helena às 00h10
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Às vezes gosto de não pensar. Quando estou cansada, adoro deitar no sofá e assistir a uma comédia romântica. Não há nada melhor para não pensar do que assistir a uma boa comédia romântica adolescente. Você fica ali, durante quase duas horas, e não pensa em mais nada, a não ser em comer aquele snack que passou durante o comercial do filme. Que beleza! Mas mudando de assunto, tem uma coisa me incomodando: as plaquinhas de calorias do restaurante da empresa que trabalho. Todos os alimentos têm suas plaquinhas com as calorias por porção e, como se não bastasse, há uma indicação nas cores verde (coma à vontade), amarelo (só uma colher, hein?) ou vermelho (fique longe, sua porca gorda!). Isso seria ótimo, pois na minha cabeça, ajudaria quando eu quisesse comer algo mais calórico, digo, gostoso, e depois quisesse compensar escolhendo uma sobremesa mais leve, mas se tornou um inferno devido ao fato de minhas colegas contarem calorias com uma certa obsessão. Eu sou adepta da alimentação saudável-gostosa, simplesmente amo um alimento funcional e as novas comprovações científicas dos benefícios de certos componentes presentes na cozinha, mas não abro mão do sabor. Faço questão da gostosura! E não fico sem sobremesa nunca. A questão é que há uma grande coerção social afim de que eu pare de comer meus docinhos. Se eu parar, me sentirei parte do grupo, talvez não engorde mais e posso até mesmo emagrecer. Se eu continuar comendo sobremesa, porém, me sentirei a mente-gorda-da-turma, não irei emagrecer, e provavelmente darei uma boooa engordada. Mas terei um momento de intenso prazer. E um de arrependimento quando perceber que pulei mais um manequim e perdi uma nova calça. E depois um de dane-se quando ver um docinho. Daí comerei o docinho. E mais outro docinho. Posso até ver: entrarei em conflito por não me preocupar tanto com a estética do meu corpo e chegarei à conclusão de que não sou tão mulherzinha quanto as outras. Irei para casa e prepararei uma lasanha maravilhosa como a que fiz anteontem; comerei a metade. Depois irei procurar desesperadamente algum docinho. Não encontrarei. Como todo meu charme pedirei ao meu namorado que vá ao posto de conveniência 24hs e me traga um Toblerone. Comerei inteiro. Me sentirei bem. Me sentirei mal. Sentarei no sofá e procurarei um canal que esteja passando uma comédia romântica adolescente estadunidense do final da década de 1990. Deitarei no sofá. Dormirei. Meu namorado me acordará e me mandará ir andando para a cama, pois ele não me agüentaria no colo, já que estou pesada demais. Malditas plaquinhas!
Escrito por Helena às 17h37
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Eu existo!
Escrito por Helena às 18h04
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"Tenta achar que não é assim tão mal Exercita a paciência Guarda os pulsos pro final Saída de emergência"
Escrito por Helena às 10h02
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Mulher, Se um homem disser que vc tem um rosto bonito, não se engane: ele te acha gorda. Mas te come, se vc der mole.
Escrito por Helena às 00h55
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O que me chateia é ter que mentir. Ser eu mesma não basta?
Acho que a solução é colocar a máscara e ir à luta.
Escrito por Helena às 10h09
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Eu acordei, mas não senti vontade de me levantar.
Escrito por Helena às 16h28
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Era só TPM...
Escrito por Helena às 22h11
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"Os velhos olhos vermelhos enganam Sem querer Parecem claros, frios, distantes Não têm nada a perder Por que se preocupar por tão pouco? Por que chorar, se amanhã tudo muda de novo?"
Escrito por Helena às 01h37
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Eu eu eu eu eu eu .
Escrito por Helena às 00h32
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Queria postar, mas estou num momento de bloqueio extremo.
Escrito por Helena às 00h37
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Será que tudo que eu gosto é imoral e engorda?
Escrito por Helena às 02h08
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Uma farsa

Às vezes me sinto assim.

Escrito por Helena às 23h12
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